Presidente da OAB-ES estava em avião que fez pouso forçado em praia do RJ
Segundo Felipe, o advogado estava indo de Vitória para o Rio de Janeiro, sobrevoando o mar, quando de repente de uma pane na aeronave.
“Ele estava indo pro Rio com um cliente. No avião também estava o piloto de 26 anos. Foi o maior desespero do meu irmão porque ele é pequeno, né? Ele estava no banco de trás e ficou com medo da aeronave pousar no mar e ele morrer afogado, algo do tipo. Porque o avião não estava tão próximo da faixa de areia”, contou ao g1.
Avião com presidente da OAB-ES faz pouso forçado no meio de praia do RJ
O irmão de Rizk destacou que a experiência do piloto foi fundamental para que ninguém se ferisse.
“O piloto foi um herói. Ele conseguiu pousar bem, mas o avião deu um quique no primeiro momento. Meu irmão ficou com medo de capotar a aernonave, mas não fez nada. Deslizou na longa faixa, não pegou em ninguém, graças a Deus. Todo mundo saiu bem abalado. Abalado pra caramba, mas bem graças a Deus”, disse Felipe.
O presidente da OAB-ES, José Carlos Rizk Filho estava no avião – um monomotor modelo EMB-710C – que realizou o pouso forçado na faixa de areia. Ele estava a caminho do Rio de Janeiro, onde teria uma reunião nesta quinta-feira (11), quando o motor da aeronave parou de funcionar em pleno voo.
“Simplesmente parou e, no que parou, ele achou a Praia de Maricá, no distrito de Itaipuaçu. Recebi atendimento no próprio local, estamos sem sequela. Um grande milagre”, disse.
Além do presidente da OAB-ES e do piloto, de 26 anos, havia uma terceira pessoa na aeronave, que seria um cliente do advogado. Ninguém ficou ferido.
Cenipa apura pouso forçado
Em comunicado, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) informou que Investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III), no Rio de Janeiro, foram acionados após a ocorrência.
“Na Ação Inicial são utilizadas técnicas específicas, conduzidas por pessoal qualificado e credenciado que realiza a coleta e a confirmação de dados, a preservação dos elementos, a verificação inicial de danos causados à aeronave, ou pela aeronave, e o levantamento de outras informações necessárias à investigação”, informou por meio de nota.
O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro foi procurado sobre o caso, mas o g1 não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
