A pesquisa usa dados sobre saúde, educação, moradia, renda, violência e saneamento nas 26 capitais. A partir deles, foram reunidos 40 indicadores de diferentes áreas de atuação do poder público municipal.
Salvador tem o pior porcentual de moradores abaixo da linha da pobreza. Uma parcela de 11% da população sobrevive com menos de R$ 21,23 por dia. A capital baiana também tem os piores indicadores para desnutrição infantil (4%) e desocupação (16,7%).
Moradores de Belo Horizonte vivem cerca de 15 anos a mais do que quem mora em Boa Vista. Segundo os pesquisadores, a média de idade ao morrer das pessoas que moram na capital mineira é de 72 anos; na capital de Roraima, a média cai para 57 anos — o menor número entre as capitais.
Nos rankings de gênero, Campo Grande teve o pior desempenho. A cidade tem a menor participação de mulheres na Câmara de Vereadoras (3,5%) e a maior desigualdade salarial (a mulher ganha um salário equivalente a 0,64 do total que um homem recebe). Porto Alegre tem a maior presença de mulheres na Câmara Municipal (30%), e Macapá, a menor razão de desigualdade salarial por gênero (0,97).
São Paulo teve o melhor índice de população atendida com esgotamento sanitário, com o serviço universalizado. Em Porto Velho, apenas 5,8% da população vive com esgotamento sanitário regularizado.
